Dificuldades com memória, atenção ou suspeita de TDAH?
Se você já passou por atendimentos sem respostas claras, aqui o foco é uma avaliação neurológica aprofundada, com escuta atenta e definição diagnóstica precisa — para construir um plano de tratamento individualizado e eficaz.
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Pode ter certeza que suas queixas serão ouvidas e valorizadas.
Aqui o foco é em uma busca completa da história do paciente e dos fatores que interferem com a cognição, de forma a montar um perfil compreensivo do quadro.
Tempo de 1h30min para a primeira consulta e 1 hora nas seguintes, permitindo que o paciente informe suas queixas sem interrupções.
Leonardo de Paula é neurologista clínico, com enfoque em neurologia cognitiva – queixas de memória, raciocínio e atenção: TDAH, demências e investigação geral de sintomas cognitivos.
Já com ampla experiência na área cognitiva, avalia de forma compreensiva, diariamente, pacientes que desejam retomar o controle da sua rotina e dar o próximo passo frente aos seus planos de vida.
Através de uma busca minuciosa dos sintomas desde a infância, correlacionando com as dificuldades atuais, e é feito basicamente através da tomada história durante a consulta – exames adicionais são somente necessários para excluir outras doenças quando suspeitadas ou para avaliar possíveis fatores que piorem o quadro.
Atualmente temos um leque de opções de medicações muito maior, e todas podem ser usadas de forma segura – desde que respeitados seus limites. Outras esferas tão importantes quanto são o manejo do estilo de vida (sono, uso de telas, atividade física, alimentação) e o alinhamento com a psicoterapia.
Essa é a pergunta de ouro do século 21. Estamos sempre sobrecarregados e hiper estimulados, então não existe uma solução simples. Mas a partir do momento que o paciente entende como a motivação e a iniciativa funcionam, podemos manejá-la de forma a impulsionar o comportamento para os melhores fins.
Todos nós somos suscetíveis ao desenvolvimento da demência de Alzheimer, basta termos a idade suficiente para tal – de qualquer forma, muitas pessoas acabam falecendo sem desenvolver a doença, mesmo se longevos. Existem formas raras nas quais o risco genético para o Alzheimer é muito aumentado, mas são menos de 1% dos casos, e geralmente ocorrem de forma precoce (antes dos 65 anos) e tem vários casos na família. Alguns fatores de risco podem aumentar a chance de desenvolver a demência, como baixa escolaridade, hipertensão, diabetes, cigarro, sedentarismo – então de qualquer forma, sempre há o que ser feito para diminuir o risco!